Parte da história do Poder Executivo mato-grossense, o Centro Político Administrativo (CPA) e mais precisamente, o Palácio do Governo, foi na década de 70 a saída encontrada para reunir em um mesmo espaço a administração estadual. Completando 30 anos de inauguração, o Palácio Paiaguás, construído entre os anos de 1973 e 1975.
Localizado a três quilômetros do centro da Capital, em uma área de 2,200 hectares, em um terreno doado pela Prefeitura, o CPA foi idealizado para suprir a exiguidade dos espaços ocupados pela administração do Estado em casas ou escritórios alugados, impróprios ao funcionamento e atendimento, alguns em mau estado, e ainda, sujeitos à especulação imobiliária.
A mudança da sede do Executivo do então Palácio Alencastro, no centro da cidade e atual sede do poder Executivo municipal trouxe, com o passar dos anos, desenvolvimento para a região do CPA, formando-se aí núcleos habitacionais construídos e destinados aos servidores públicos estaduais. A avenida Historiador Rubens de Mendonça (popularmente conhecida como Avenida do CPA) era, à época, totalmente sem pavimentação e terminava no Palácio.
Desde a inauguração, o Palácio abrigou, como continua até a atualidade, os órgãos de apoio à governadoria e vice-governadoria, como Secretarias de Comunicação Social (Secom), de Planejamento, de Administração, Casa Civil e Casa Militar, além do Corpo de Guarda, atual Companhia Independente de Policiamento Institucional. No Palácio funcionam também a Coordenadoria de Defesa Civil do Estado e na atual gestão, a Secretaria Extraordinária de Projetos Estratégicos. Depois, foram sendo construídos dentro do CPA os demais prédios para abrigar as secretarias, reunindo em um mesmo espaço a maioria dos órgãos públicos estaduais.
Após a inauguração, o Palácio Paiaguás abrigou doze governadores.
O Palácio passou recentemente por reformas físicas, com instalação de grades e alambrados em seu entorno. A medida foi adotada para controlar o acesso de pedestres e veículos à sede do Executivo Estadual e garantir a proteção ao bem público e a segurança dos funcionários e visitantes. Além das cercas, duas guaritas foram construídas para controle de acesso de veículos, além da instalação de câmeras móveis.
Texto: Sad MT